CONSULTORIA
EM SAÚDE
GEOAMBIENTAL

O que é a Saúde Geoambiental?
A Saúde Geoambiental é uma disciplina técnico-científica que identifica os diferentes fatores de risco existentes no ambiente – de origem geofísica, tecnológica e química – que confluem no interior dos edifícios onde vivemos e trabalhamos.

Para que serve a Saúde Geoambiental?
Se conhecermos estes fatores de risco podemos implementar medidas que melhorem o ambiente nestes espaços, criando casas e escritórios saudáveis.

O que é uma “casa doente”?
É um espaço que sofre do Síndrome do Edifício Doente – ou seja, “um conjunto de doenças causadas ou estimuladas pela poluição do ar em espaços fechados“, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

O que é uma casa saudável ou um espaço de trabalho saudável?
Uma casa/espaço trabalho saudável oferece um ambiente interior saudável que não prejudica a saúde dos seus habitantes e que respeita o meio ambiente na medida do possível. É, resumindo, um espaço biótico (apto para a vida) que contribui para a saúde e bem-estar das pessoas que nele vivem ou trabalham.

Como pode o estudo de saúde geoambiental ajudar?
O estudo começa por compreender as características do imóvel e os hábitos dos seus moradores/utilizadores. As fases seguintes de deteção e análise dos riscos, com recurso a equipamentos de medição específicos, permitem um relatório final com propostas de melhoria práticas e específicas.

COMO PREVENIR QUE
OS ELETRODOMÉSTICOS,
AS TELECOMUNICAÇÕES,
OS ELEMENTOS DECORATIVOS,
OS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
OU AS RADIAÇÕES DO
EXTERIOR PREJUDIQUEM
O SEU BEM-ESTAR?

CONSULTORIA EM SAÚDE GEOAMBIENTAL:

Exemplos práticos de saúde geoambiental
Caso 1

Uma cinquentenária de poucas falas e sorrisos contactou-nos com uma ínfima esperança que renasceu ao ver uma entrevista na televisão, onde referimos alguns dos seus sintomas. Incrédula, consultou o nosso Facebook, site e blogue; leu e releu todas as nossas entrevistas e, por fim, contactou-nos. Já sabia que a Síndrome de Fadiga Crónica, que lhe fora diagnosticada, é algo recorrente no mundo da geobiologia.

Com uma doença incapacitante e medicada há vários anos, esta senhora viu a sua vida pessoal, social e profissional ruir. Consultou vários médicos e realizou vários tratamentos alternativos à medicina dita convencional, mas os sintomas persistiam inalteráveis.

Acordava, frequentemente, mais cansada do que quando se deitava, pois as dores musculares e articulares que percorriam todo o seu não a deixavam dormir. Esta senhora vivia numa profunda exaustão com enxaquecas frequentes e falta de energia e concentração.

Realizar simples tarefas do quotidiano como tomar banho, ir às compras, cozinhar ou limpar e arrumar a sua própria casa, transformaram se em grandes dificuldades diárias e numa fonte de frustração.

in loco constatamos que a nossa cliente dormia, ou tentava dormir, completamente imersa em radiações artificiais com variadíssimas fontes. Vindos do exterior, mais precisamente de uma antena de telemóveis localizada a cerca de 100 metros da varanda do seu quarto, detetamos elevados níveis de campos eletromagnéticos de alta frequência. No interior, a mesa de cabeceira estava repleta com equipamentos elétricos e eletrónicos ligados a uma tomada existente a poucos centímetros da cama: rádio-despertador, candeeiro e um carregador do telemóvel (ligado e sem telemóvel), todos conectados a uma ficha tripla inserida na tomada. Quanto à parede contígua à cabeceira da cama, essa também apresentara intensos campos elétricos provenientes das velhas cablagens e respetivas tomadas sem ligação à terra, tão comuns em edifícios antigos.

Passados alguns meses da instalação de um desconectador elétrico automático, de uma correta derivação à terra dos campos elétricos nas tomadas e da colocação de uma cortina antirradiação da varanda, a senhora já conseguia dormir algumas horas seguidas.

As dores diminuíram e o seu organismo passou a responder à medicação de forma mais eficaz.

In “Uma casa mais saudável, uma família mais feliz” de Marcelina Guimarães e Miguel Fernandes

ANTES

DEPOIS

DEPOIS

CONSULTORIA EM SAÚDE GEOAMBIENTAL:

Caso 2

Recomendamos, sempre, uma atitude preventiva, mas, evidentemente, para que tal aconteça, é necessário estar bem informado.

Esta foi a mais-valia de um casal com dois filhos de idades compreendidas entre os 5 e os 7 anos.

Exaustos e preocupados, relatam os pais: “Muitas foram as noites em que o nosso filho entrou pelo nosso quarto adentro, a chorar e a pedir para dormir connosco.”

Conhecendo alguns dos sintomas associados às patologias do habitat, estes jovens pais estranharam a alteração de comportamento que o seu caçula vinha demonstrando durante o último meio ano. Tempo que corresponde com a mudança da família para uma nova habitação, coincidência que os inquietou.
O pequeno apresentava uma relutância diária à sua própria cama. Até o “seu dormir” levantava suspeitas, pois dormia sempre na berma direita da cama, da qual constantemente caía.

Conscientes da importância que um estudo geobiológico tem para a saúde das pessoas e, ao realizá-lo para o quarto das crianças, os proprietários da habitação optaram por um estudo a todo o imóvel.

Uma decisão que certamente evitou vários problemas futuros, pois, ao iniciarmos a prospeção ao local, detetámos uma corrente de água subterrânea que atravessava toda a berma esquerda da cama da criança e que, surpreendentemente, se prolongava até à cama dos seus pais.

O pai, que dormia no local assinalado, afirmava: “mas eu nunca tive qualquer sintoma”.

De facto, a família vivia na habitação há apenas cerca de 6 meses. Ora, geralmente, um adulto não tem a mesma sensibilidade e fragilidade de uma criança, podendo mesmo ser assintomático (durante muito tempo) não obstante o efeito nefasto para a sua saúde.

Para além da fonte de radiação natural, os nossos equipamentos apresentaram valores bastante elevados de campos eletromagnéticos de alta frequência vindos do apartamento vizinho (redes sem fios, telefones sem fios, etc.), entrando pela parede contígua à cabeceira cama do casal, sem pedir licença. Somar radiações naturais com radiações artificiais, à hora de dormir, é algo bastante perigoso. Mas, neste caso, de solução simples, rápida e eficaz.

Após o reposicionamento de todas as camas e da pintura da parede do quarto dos pais com uma tinta antirradiação, os problemas detetados ficaram resolvidos. Tão simples quanto isto!

A criança nunca mais apresentou medos e insónias noturnas, pelo contrário, passou a dormir como um anjinho (palavras carinhosas de sua mãe) e esta atitude preventiva protegeu pai e filho de eventuais futuros problemas de saúde.

In “Uma casa mais saudável, uma família mais feliz” de Marcelina Guimarães e Miguel Fernandes

PARA EMPRESAS

O que têm em comum empresas como a Twitter, a Microsoft, a Google ou a Airbnb, para além dos milhões de dólares que faturam anualmente? Todas se preocupam com o bem-estar dos seus talentos, criando espaços de trabalho saudáveis, harmoniosos e inovadores.

O que estas empresas cedo perceberam é que quanto mais felizes e saudáveis se sentirem os seus colaboradores, mais produtivos e criativos serão. E se isto é verdade para qualquer pessoa, é especialmente importante para as faixas etárias mais jovens como a geração Y (Millennials) ou a Geração Z.

Se a sua empresa ainda não é um espaço saudável, contacte-nos para saber como podemos ajudar ou peça-nos já um orçamento prévio.

Airbnb

PARA PARTICULARES

Acorda frequentemente cansado? Os seus filhos dormem mal ou acordam durante a noite? Sente-se desanimado, sem motivo aparente? Não consegue engravidar (ou sofreu abortos espontâneos) e os médicos não sabem porquê?

Todos estes sintomas podem ser um indício de que vive numa casa doente. Como ter a certeza que a sua casa é saudável?
Nós ajudamos! Contacte-nos para uma reunião sem compromisso ou peça-nos já um orçamento prévio.

E se está a pensar adquirir um imóvel ou terreno para construção, este é o momento ideal para fazer uma avaliação de risco geoambiental e perceber se e como pode ter um imóvel saudável. Contacte-nos para uma reunião sem compromisso ou peça-nos já um orçamento prévio.

“Esqueçam, definitivamente, o velho mito da proibição de plantas naturais nos quartos e coloquem no vosso quarto uma planta que contribua para a diminuição de substâncias tóxicas existentes no ambiente.”